sábado, 9 de junho de 2012

Um ponto e vírgula na trajetória do CAADS17

No último dia 03/06/2012, no ensaio do domingo passado, tivemos uma notícia que ninguem esperava.


O nosso Pr. Felipe chamou o nosso Coordenador Setorial Claudio Lauredo para um novo desafio, pastoriar uma congreção do nosso setor 17.


O Claudinho trabalhou com os adolescentes por aproximadamente 1 ano e meio e devido ao seu bom trabalho direcionado por Deus, o nosso pastor observou e decidiu que estava na hora dele realizar um novo trabalho direcionando o irmão Claudio e sua esposa, irmã Josiléia, para dirigir a congregação de Panorama II. 


Na terça-feira, dia 05/06/2012, podemos prestigiar a posse do Claudinho da congregação de Panorama II.


O Pr. Salmon esteve na congregação empossando o Claudinho. Uma de suas palavras foi Mateu10:40 "Quem vos recebe a mim me recebe, e quem me recebe recebe aquele que me enviou"


O Pastor Sérgio e sua esposa irmã Ana, deixam a direção da congreção com os agradecimentos do ministério pelo serviço prestados durante o tempo em que trabalharam na congreção.


Tivemos também a participação do CAAD louvando neste culto abençoado. Não poderia faltar a presença do nosso grupo.




O agora Pr. Claudio e a irmã Josi recebem a benção de Deus por meio da oração feita pelo maestro da Banda do Setor 17, Antonio Bertoni, que também estava presente neste culto.




E as primeiras palavras do irmão Claudio como dirigente da congregação de Panorama II foram baseadas em I Coríntios 13:1-2 "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. 



Enfim, agora temos apenas que orar pelos nossos irmãos que foram dirigir esta congregação, para que Deus de graça a eles e que derrama as Tuas infindáveis bençãos sobre esta igreja e sobre suas vidas. Pois sabemos que eles estarão orando por nós também.

Deus abençoe vocês, Claudinho e Josi pelo trabalho realizado pelo tempo que passaram pelo CAADS17.
Obs.: Na foto acima faltou a regente Nathalia que pode estar devido seus estudos.

Contem sempre conosco.

Fiquem todos na Paz do Senhor.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

40º Aniversário do Círculo de Oração

No último final de semana tivemos o prazer de participar do 40º Aniversário do Círculo de Oração da Igreja Assembléia de Deus do Setor 17 - Parque São Lucas.




Durante os três dias (sexta, sábado e domingo) podemos ver o agir e a unção de Deus ser derramada em nossa igreja sede - Rua José Raimundo Dias, 299.


Na sexta-feira recebemos o Pr. Davi representando nosso pastor presidente José Wellington Bezerra da Costa  e no sábado e domingo recebemos o Pr. Camilo do Rio de Janeiro. Deus falou grandemente por meio da vida destes pastores.


A igreja super-lotou durante o final de semana inteiro onde muitos irmãos tiveram que assistir o culto em pé, o que não nenhum impedimento para o manifestar de glória de Deus.




O grupo das irmãs estava muito bonito, foram tantas irmãs que o grupo tomou metade da igreja só para as aniversariantes. Os louvores entoados foram uma Benção, falaram muito com a igreja. 


Podemos destacar o hino Gideão e os 300. Este hino foi louvado nos três dias e em todos os momentos a unção desceu sobre a igreja.




Agradecemos a Deus pela vida de cada irmã que participou desta festividade, em especial a Irmã Sidinéia (esposa do nosso pastor e dirigente do círculo de oração) e as Irmãs Neide e Jane (regentes sede) que estão a frente deste trabalho.




Parabenizamos a todas!!!


Agora que venha o ECAADS17 que é a próxima festividade da nossa igreja.

domingo, 20 de maio de 2012

Novo Visual!!!

Pessoal estamos voltando... E para isso estamos mudando o visual do Blog.

O quê vocês acharam?

A paz do Senhor seja com todos!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Um novo começo

Oi Pessoal, hoje vou compartilhar com vocês uma passagem de um livro que estou lendo, espero que vocês leiam até o final pois esta passagem tocou muito o meu coração.


"Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes ar­quivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproxi­mar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei.” Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.
E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anota­das as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.
Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosida­de, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trou­xeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando. Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí.”
Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li,” “Mentiras que contei,” “Conforto que ofe­reci,” “Piadas de que eu ri.” Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva,” “Coisas que murmurei contra meus pais.” Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas? Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria cali­grafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.
Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi,” eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergo­nhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo repre­sentava.
Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros,” senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.
De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamen­to dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver es­tas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!” Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei de­sesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la.
Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o ar­quivo no seu lugar. Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, qua­se sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.
E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os solu­ços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergo­nha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.
Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Ô, qualquer um, menos Jesus.
Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele come­çava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não agüentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?
Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou co­migo.
Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Não” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que con­segui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão es­curo, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.
Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamen­te, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto. Não havia tranca na porta. Ainda havia fichas a serem preenchidas." Joshua Harris



Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.

Hebreus 12:1,2

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A minha força vem de Deus!









Na tribo de Dã nasceu Sansão, cujo nome significa “Radioso, pequeno sol”, escolhido por Deus para libertar Israel. Tornou-se um dos maiores juízes de Israel.






Nazireu, e assim como nos conta números 6, 1-7, três coisas eram proibidas a um nazireu:







- Comer ou beber qualquer produto derivado de uvas






- Cortar os cabelos






- Tocar em cadáveres







Cada uma dessas proibições tinha um propósito e simbolizavam a separação para Deus.Sansão é um dos personagens mais famosos e admirados da Bíblia por sua extrema força, referência para muitos jovens ainda nos dias de hoje, certamente você conhece detalhes da vida dele, mas hoje vamos conversar um pouco sobre o outro lado do herói Sansão.







_ Na Palavra de Deus o vinho simboliza a alegria e o prazer, sendo assim um nazireu renunciava a todo prazer carnal a fim de consagrar-se para o Senhor...
_O cabelo de um nazireu era o símbolo de seu chamado, era um sinal de consagração, os cabelos compridos de Sansão expressavam sua submissão e obediência...
_ Ser nazireu era mais que não se submeter ao pecado ou a carne, era rejeitar tudo que estava impregnado de morte, por isso o “não tocar em cadáveres”...







... Não era errado passear pela plantação de uvas (Juízes 14.5), embora Sansão soubesse que não podia comê-las, fez do parreiral seu local de caminhada, até que ali encontrou um leão.
- Muitos hoje apesar de não poderem comer das uvas, gostam do cheiro delas, não gostam do pecado, mas compactuam com ele, fazendo vistas grossas, e tendo relações “amigáveis” com ele. E eis que o leão aparece e aí mora o problema me entende?







... Dentro do cadáver havia um enxame de abelhas com mel (Juízes 14.8), armadilha perfeita para um nazireu que não podia tocar em coisas mortas.
- O pecado se enche de mel, doce e puro, mas quando nos aprofundamos nele, é como se o cheiro da morte exalasse forte, precisamos tomar cuidado com os cadáveres cobertos com mel, ok?







...Conheçam Dalila... Moça bonita, porém amiga dos inimigos (Juízes 16.4), seu nome significa “Delicada”, tinha como missão: Seduzir e descobrir o segredo da força de Sansão. Ele que já havia se mostrado forte perante as uvas e astuto diante do cadáver com mel. Desta vez caiu. Dalila descobriu o segredo e entregou Sansão aos filisteus, que o prenderam e lhe furaram os olhos, obrigando-o ainda a rodar um moinho (Juízes 16.19-2).







- Este é o fim da brincadeira com o pecado... cegueira, e caminhada em círculos! O pecado se mostra belo e delicado, o inimigo usa às vezes algo pouco agressivo para nos afetar, mas que nos faz perder a força, ele quer que pensemos, “sou forte, eu resisto”, mas jamais resistiremos se não estivermos com uma base forte em Deus....Sansão era um homem que marcava presença, porém achava que sua força o livraria do fracasso espiritual, tinha potencial de 2 quilômetros, mas 2 centímetros de vida com Deus. Ele precisava saltar o abismo que o separava de Deus, o abismo entre o que sabia e o que praticava, a crise de Sansão é a nossa também...












A crise da Obediência, onde a questão não é o que você sabe, mas o quanto pratica o que sabe.






... O cabelo de Sansão também voltou a crescer, porém não instantaneamente, a restauração
espiritual não é instantânea, mas paulatina... Deus não desistiu de Sansão : deu-lhe uma segunda chance. Ore se errou busque a sua segunda chance!





“Nenhum sucesso vai compensar nosso fracasso espiritual”








ThiagoMacedo




Post retirado do blog:http://www.saidomuro.com/